No varejo e nas redes de franquias, atendimento não é só “responder mensagem”. É produtividade, velocidade, eficiência e — principalmente — resultado.
Mas existe um problema silencioso: a maioria das empresas não sabe o que realmente acontece no atendimento.
Quantas conversas chegam por dia?
Quem está atendendo melhor?
Onde o time está travando?
Quais horários explodem de demanda?
Quais unidades estão performando acima ou abaixo da média?
Sem essas respostas, a gestão vira um jogo de adivinhação — e isso custa caro.
É aqui que os relatórios do Whiz entram como um divisor de águas.
Por que medir é tão importante no atendimento?
Atendimento desorganizado não mostra sintomas claros. Ele se esconde em:
- clientes que desistem antes da resposta
- equipes sobrecarregadas sem perceber
- perdas silenciosas de oportunidades
- filas mal distribuídas
- percepção negativa da marca
Medir é o que transforma “achismos” em decisões reais — e permite ajustar o que importa de verdade.
Como os relatórios do Whiz tornam o atendimento mensurável (de verdade)
O Whiz transforma dados de atendimento em clareza. Ele organiza, compara e revela padrões que antes eram invisíveis.
Veja os principais relatórios e como usá-los de forma estratégica.
1. Relatório de Volume de Conversas — entendendo a demanda real
Esse é o primeiro sinal de maturidade na gestão: saber quantas conversas chegam e de onde vêm.
Com esse relatório você consegue:
- identificar picos de atendimento
- prever horários de maior demanda
- ajustar escala da equipe
- medir impacto de campanhas e promoções
- comparar períodos (ex: antes e depois da Black Friday)
Como usar: Se toda segunda-feira o volume aumenta 32%, sua escala precisa acompanhar.
Dados = previsibilidade.
2. Tempo Médio de Resposta — o indicador que mais influencia a conversão
No WhatsApp, velocidade é quase tudo.
O relatório de tempo de resposta mostra:
- quem responde mais rápido
- quanto tempo o cliente espera
- quanto tempo leva para finalizar uma conversa
- gargalos na operação
Como usar: Se um atendente leva 4 minutos para responder e outro leva 40 segundos, existe oportunidade de treinamento, redistribuição de carga ou automação inicial.
3. Produtividade por Atendente — performance individual sem achismo
Esse relatório revela quem está sustentando a operação — e quem precisa de reforço.
Ele mostra:
- número de conversas atendidas
- tempo médio por agente
- resolução
- taxa de encerramento
Como usar: Treinamento direcionado → mais barato e mais eficiente do que treinar todo mundo igual.
4. Satisfação do Cliente — feedback direto que não dá para ignorar
Esse relatório traduz a experiência real do cliente em:
- notas de atendimento
- padrões de elogio e reclamações
- times/unidades com melhor experiência
- impacto das melhorias internas
Como usar: Se determinada unidade tem NPS muito abaixo da média, você sabe onde atuar — não no escuro, mas com precisão.
O que muda quando o atendimento passa a ser guiado por dados
As empresas que adotam relatórios como parte da rotina relatam:
- Redução de tempo de resposta
- Aumento da conversão no WhatsApp
- Filas equilibradas
- Equipes menos sobrecarregadas
- Mais padronização entre unidades
- Previsibilidade nas operações
- Decisões que antes seriam impossíveis
O caos vira clareza.
A operação deixa de ser reativa e passa a ser estratégica.
Relatórios não são burocracia: são o mapa que guia o crescimento.
Com o Whiz, eles deixam de ser difíceis, demorados ou “coisa de empresa gigante”.
Eles se tornam simples, práticos e — acima de tudo — úteis.
O atendimento não precisa ser um lugar de adivinhação.
Com dados certos, ele vira vantagem competitiva.





